Ele é um dos maiores continentes do planeta. Guarda destinos que são verdadeiras joias seja quando o assunto é história, gastronomia ou até mesmo inovação. Estamos falando da Europa que, mesmo com o euro em alta, não perde os seus visitantes. Por ano, o velho continente recebe milhares de turistas. Em 2016, para se ter ideia, 620 milhões de pessoas visitaram a Europa, um recorde.

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Viajar para lá significa ter inúmeras possibilidades. Dependendo do país ou da cidade escolhida, é possível ter um roteiro para lá de diversificado: praia, neve, museus, gastronomia, tecnologia. Mas, quanto custa uma viagem para a Europa?

Levando em consideração que a Europa é enorme e possui, nada menos do que 47 países, é possível ter uma média de gastos para começar a planejar a sua viagem. A começar pelo bilhete aéreo, cujo valor vai variar de acordo com o destino, a dica é pesquisar bastante. Escolha o país mais próxima do seu ou a cidade com mais volume de voos, isso pode deixar os preços das passagens mais acessíveis.

Quanto ao dinheiro para levar, ele também varia de país para país e até mesmo de cidade para cidade. Um ponto importante na Europa é que, por se tratar de um continente antigo com história para todos os lados, é bem provável que muitos dos pontos turísticos escolhidos para visitar sejam gratuitos como praças, parques e monumentos ao ar livre, por exemplo. Na maioria dos países europeus, a locomoção também é simples e barata. Em quase todo o continente, o metrô funciona muito bem e leva aos principais pontos por tarifas interessantes.

De toda forma, uma média de 70 euros por dia pode ser uma boa quantia para o turista arcar com gastos como estadia, alimentação e transporte. Vale lembrar que essa média pode variar bastante de acordo com o perfil do viajante. Se você é daqueles que não gosta de andar de metrô ou não abre mão de um restaurante estrelado, calcule um valor maior.

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Vale lembrar que algumas capitais podem ser mais caras do que outras. Paris, por exemplo, está no ranking das cidades mais caras da Europa. Na cidade luz, prepare-se para não economizar tanto assim, principalmente em hospedagem, se quiser ficar próximo aos pontos turísticos. Países como Suécia e Dinamarca também possuem valores mais elevados tanto em estadia, quanto em alimentação.

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Por outro lado, Cracóvia, na Polônia e Budapeste, na Hungria, ambas presentes no roteiro de muitos turistas brasileiros, possuem preços mais amigáveis para quem quer viajar economizando. A dica de ouro é pesquisar a fundo o destino para não levar nenhum susto.